Sua empresa já usufrui da cultura ‘as a service’?

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Qual o papel da computação em nuvem nesse modelo e o que revela um grande player da economia brasileira

Imagine quanto você teria que gastar, em tempo e dinheiro, para se corresponder com seus amigos do Facebook caso ainda se vivesse na era pré-redes sociais.

E nos deslocamentos diários que, antes da chegada do Uber e outros serviços de transporte compartilhado, você era obrigado a fazer.

Ou então nos momentos de lazer ao curtir suas músicas e séries favoritas antes das plataformas de conteúdo sob demanda.

Um quantia e tanto, certo?

Saiba que por trás da sua economia está a computação em nuvem, uma das facetas da Terceira Plataforma da TI, que sustenta esses e mais inúmeros outros serviços na economia cada vez mais conectada do século 21.

A ascensão da nuvem e a cultura “as a service”

Assim como no âmbito doméstico, a computação em nuvem vem contribuindo para – além de tornar a vida mais prática – otimizar tarefas, aumentar a eficiência e reduzir custos no universo corporativo. Um caminho sem volta, prevê o Gartner.

Segundo o instituto de pesquisas de tecnologias, serão raras as organizações que até 2020 não utilizarão a computação em nuvem. Que – além de possibilitar a cultura “as a service” – hoje já é um fenômeno e conquista a cada dia mais empresas, dos mais diversos segmentos, em todo o mundo.

No Brasil, o Grupo Serttel – controlador das empresas Serttel, Samba e Mobilidade, que juntas empregam mais de 2 mil colaboradores – é um expoente dessa tendência.

Especializada em soluções de gerenciamento de trânsito, segurança e mobilidade urbana, com operações no Brasil e na Argentina, a empresa contratou no primeiro semestre deste ano os serviços de nuvem híbrida da Embratel (da qual já é cliente há sete anos dos serviços de conectividade e telefonia) para hospedar todos os seus aplicativos.

A solução, que permite a integração entre a rede de comunicação e a infraestrutura de TI do grupo, é composta por um data center virtual híbrido formado por 15 servidores, mais de 500 GB de memória, 84 unidades de processamento e 19,25 TB de armazenamento.

Para Israel Araújo, diretor comercial da Serttel, além de otimizar a performance das operações de TIC, tais investimentos foram fundamentais para reforçar a atuação do grupo em iniciativas ligadas ao conceito de cidade inteligente.

“Nós acreditamos em um futuro onde todas as soluções de mobilidade urbana poderão ser acessadas e utilizadas a partir de um celular. Hoje temos mais de 10 mil bicicletas no Brasil, com aproximadamente mil estações de compartilhamento, onde o usuário não interage diretamente com a estação. E, sim, com o servidor da Embratel via aplicativo, em menos de 30 segundos”.

Assim como no serviço de bicicletas, todas as demais soluções do grupo estão distribuídas em redes privadas de comunicação, que, por sua vez, interagem com as aplicações hospedadas em nuvem. É o caso do sistema de compra e ativação de tíquetes em estacionamentos públicos, que, além de portais de voz inteligentes, também pode ser acessado por meio de aplicativos móveis.

“Com a Embratel nós temos conseguido respostas muito mais rápidas, com um percurso da informação muito menor. O conceito de cidade inteligente pressupõe informações de forma inteligente, e essas infraestruturas que estão sendo disponibilizadas pela provedora ajudam muito às cidades usarem melhor suas informações”, avalia Angelo Leite, presidente da Serttel.

Fonte: http://bit.ly/2eFUPR1

 

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